No Brasil vale quem protocola primeiro: não existe direito adquirido por tempo de uso. Quem registra tem exclusividade nacional; quem só usa pode ser notificado e obrigado a trocar de nome.
Quem registra primeiro pode exigir que você pare de usar a marca que construiu.
Fachada, embalagem, site e impressos: trocar de nome custa muito mais que registrar.
Uso indevido gera ação judicial, retirada de produtos e pedido de indenização.
Busca de anterioridade, protocolo no INPI e acompanhamento até a concessão.
Contratar →Invenções e modelos de utilidade: redação técnica, depósito e defesa do pedido.
Contratar →Proteção da forma, do design e da configuração visual do seu produto.
Contratar →O cliente nos informa sobre a marca a ser registrada e o mercado de atuação. A equipe da Sapiens realiza a análise de viabilidade e estabelece a estratégia para o registro.
Após assinatura do contrato e pagamento das taxas do INPI e honorários, é realizado o depósito da marca no INPI, na classe mercadológica adequada.
Acompanhamos todo o processo: diligências solicitadas pelo INPI, apresentação de oposição (se existir), demais petições e monitoramento de prazos e marcas concorrentes.
Em caso de deferimento, acompanhamos a expedição do certificado, válido por 10 anos. Em caso de indeferimento, apresentamos o recurso cabível ou damos outro registro sem custos, a depender do seu plano.
O INPI divide o registro em 45 classes. Escolher a errada invalida a proteção. Responda 2 ou 3 perguntas e veja a classe mais provável para o seu negócio.
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Valores de honorários. As taxas oficiais do INPI são informadas antes do protocolo.
1 em cada 3 projetos de branding entrega uma marca que outra empresa já usa. Ofereça proteção jurídica aos seus clientes sem sair do seu processo criativo — e ganhe comissão por indicação.
Você que é designer ou agência, envia o nome antes de apresentar a proposta. Em até 48h devolvemos o parecer de disponibilidade no INPI, sem custo para você ou para o cliente.
Com o laudo em mãos, a proposta fica mais sólida e o risco de retrabalho depois da entrega cai.
Se o cliente optar pelo registro com a Sapiens, você recebe comissão sobre o valor do serviço.
Conduzimos o processo completo até a concessão. Você é reconhecido como parceiro estratégico.
Empresários que descobriram, na prática, a diferença entre usar e registrar.
O senhor Luiz se hospedou em minha pousada no final de 2024, e veio a lazer — mas qual empresário deixa de trabalhar nas horas de folga? Nenhum. Logo foi pesquisando se a minha marca estava regular junto ao órgão de marcas e patentes e, para minha surpresa, a empresa que eu havia contratado não executou. Ele me mostrou a pesquisa e disse que poderia me ajudar.
Sem dúvida, depois de todas as suas orientações, já contratei os serviços da empresa dele. Não demorou um mês e toda a documentação e taxas foram protocoladas. Agora aguardo o prazo para conclusão dos serviços prestados. Não poderia deixar de agradecer ao senhor Luiz e sua equipe pelo pronto atendimento à minha empresa. Recomendarei com certeza. Muito obrigada!
O atendimento da Sapiens foi ótimo, com seriedade e rapidez; esclareceram todas as dúvidas. Recomendo.
Sim. O registro protege os investimentos feitos em identidade e reputação — é o que garante o direito de uso exclusivo do nome em todo o território nacional.
Não. O CNPJ identifica a empresa perante a Receita Federal; a marca exige proteção própria, junto ao INPI.
Não. O domínio fortalece a presença digital, mas não substitui o registro da marca — são direitos distintos.
Não. Perfis e @ ajudam na comunicação, mas não protegem a identidade contra o uso por terceiros.
Sim. Em negócios menores a marca concentra boa parte do patrimônio — perdê-la significa recomeçar do zero.
O quanto antes, e sempre antes de investir em divulgação. Quem protocola primeiro tem prioridade.
Marcas, patentes, software e direito autoral. Proteção da propriedade intelectual de empresas em todo o Brasil.
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